
Metas de margem por categoria
Defina a meta de margem de cada categoria - é a âncora que faz a plataforma apontar onde o preço está deixando dinheiro na mesa.
Em Estratégia > Custos da loja você encontra a Visão geral: um resumo de tudo o que a loja gasta para operar e como isso entra no cálculo de preço. É a configuração operacional que sustenta o ponto de equilíbrio e o preço por produto.
Nada aqui é obrigatório para começar a usar a plataforma. Cada camada de custo é opcional e sempre rotulada: quando falta uma informação, a tela diz "sem dado" em vez de fingir que o custo é zero. Quanto mais completo o cadastro, mais preciso fica o piso de preço e a margem operacional.
No topo da tela há quatro cartões:
Carga fixa - quanto os custos fixos vigentes representam da receita média mensal. É a fatia da conta que existe independentemente de quanto a loja vende.
Ponto de equilíbrio - o faturamento mensal necessário para cobrir a carga fixa, dada a margem de contribuição média da operação.
Taxa variável ponderada - o custo médio por venda, ponderado pelo mix real de formas de pagamento da loja.
Imposto médio observado - a alíquota efetiva de saída que a plataforma vê nas suas vendas.
Cada cartão mostra "sem dado" quando a informação ainda não foi cadastrada ou não pôde ser medida. Um cartão nunca aparece como zero só porque falta configurar - ausência de dado não é o mesmo que custo igual a zero.
O cartão Configuração de custos lista as três camadas que alimentam o cálculo, cada uma com um selo que mostra se já está configurada ou pendente. Clicar em uma linha leva à tela dela:
Custos fixos - aluguel, folha, energia e demais rubricas que se repetem todo mês. O rateio é proporcional à receita (não por metro quadrado nem por volume), e essa premissa fica escrita na própria tela.
Taxas de venda - o custo de cada forma de pagamento (a taxa da maquininha, por exemplo) e custos que incidem sobre toda venda. Ao lado de cada taxa aparece a participação real daquela forma no seu mix.
Quebra por departamento - a perda estimada por seção. A plataforma calcula a quebra medida a partir das contagens de estoque confirmadas e sugere o percentual; você confirma para transformar a medição em estimativa vigente.
Um departamento sem contagem na janela aparece como "não medido", nunca como 0%. A quebra medida sugere, mas quem confirma o número é você.
O cartão Leitura do mês explica, em texto, como o ponto de equilíbrio está sendo composto agora - quais camadas de custo entraram na conta e sobre qual base de receita. A janela de referência são os últimos meses de vendas, e a base usada viaja junto com o número, para você saber sobre o que ele foi calculado.
No rodapé do cartão, uma nota lembra que esses números alimentam o piso de preço e a margem operacional em Margem > Preços por produto. Ou seja: o que você cadastra aqui é o que sustenta a recomendação de preço lá.
Se a loja está começando agora na central de custos, uma ordem que funciona bem:
Cadastre os custos fixos principais - já destrava a carga fixa e o ponto de equilíbrio.
Informe as taxas de venda por forma de pagamento - refina a margem líquida de cada venda.
Confirme a quebra dos departamentos com contagem recente - fecha a última camada do piso.
A cada camada preenchida, os cartões de resumo saem de "sem dado" e o preço por produto fica mais fiel à realidade da sua operação.

Defina a meta de margem de cada categoria - é a âncora que faz a plataforma apontar onde o preço está deixando dinheiro na mesa.
As recomendações de preço não saem de uma caixa-preta. Entenda as quatro situações que a plataforma procura e o que cada uma sugere.
O impacto estimado vende a ação; o ganho medido conta o resultado. Entenda a diferença e onde ver quanto a margem rendeu de verdade.
Aceite uma recomendação e a plataforma gera o preço novo no Comercial. Veja como aplicar uma por vez ou várias em lote - a decisão é sua.